Trabalhar madeira…

Encontrei esta citação e não posso deixar de a colocar aqui.

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6 respostas a Trabalhar madeira…

  1. José Mota diz:

    Muita boa-noite, caro amigo “woodworker”. Olhe, se o meu amigo for como cá o Egas, ou seja, se se deleitar tanto como eu, quando dou o início, o meio, e o fim de um qualquer trabalho de madeira que eventualmente leve a cabo, ao ponto de os considerar como se de o saborear de um lauto almoço se tratasse, então estamos no mesmo patamar. Parece-me ser esse o seu caso…Já agora agradeço-lhe (muito, mesmo) os links. Então aquele em que são “jig´s” em cima de “jig´s” (aquele em língua russa), bom, é demais!

    Cump´s

  2. Amigo José.

    Obrigado pela mensagem. Como lhe tinha dito, estar desempregado tem algumas vantagens (sejamos optimistas…). Passo mais tempo na garagem a trabalhar e posso dar-me ao luxo de navegar na Internet e aprender mais (e cuscar😉 ).
    Ultimamente no Facebook tenho conhecido muitos Carpinteiros e Marceneiros um pouco de todo o mundo e tenho aprendido muito com eles. O tradutor do Google é o meu novo melhor amigo hahahahaha.

    Já comecei a preparar um post onde vou colocar links para alguns sites que são autenticas pérolas para pessoas como nós. Cada vez mais me convenço que a informação deve ser transmitida a todos aqueles que quiserem e estiverem dispostos a aprender.

    Já agora, Quarta-feira dia 2 vou finalmente ao Leroy Merlin e depois passo também pelo Brico. A minha mulher é que não está nada satisfeita😉

    Um grande abraço.

    • José Mota diz:

      Caro amigo apaixonado pelo trabalho em madeira, espero que na sua visita a um dos supermercados que referiu não lhe aconteça como a mim, que me entusiasmo, e acabo por comprar mais do que queria antes de lá entrar. Eles, os manda-chuvas dessas lojas, são reguilas, colocam lá as coisas de uma maneira que a gente tem dificuldade em resistir…Em relação ao Facebook, que, segundo diz, também nos alarga os horizontes no trabalho em madeira, tenho um bocado de receio. Ainda não tenho conta, mas segundo ouço e pelo que vou lendo tem algumas vulnerabilidades. É assim? Não estranhe a pergunta, porque apesar de já de ter passado meio século a viver neste planeta, procuro estar na crista onda, ou seja, tanto quanto posso…Aliás, comprar um computador, há coisa de três anos e estar ligado à Net, foi das coisas mais bem feitas na minha vida. Cresci muito como pessoa desde essa altura e, às vezes, pergunto-me como poderia ser a minha vida se tivesse essa tecnologia ao dispor, vamos lá, há vinte, trinta anos….

      • Amigo José.

        Provavelmente vou perder-me na nossa secção😉 .
        O Facebook tem coisas boas e coisas más, como tudo. Abri conta para manter contacto com a minha família que está em Lisboa e em Espanha e com os meus amigos da Cruz Vermelha (e não só), também de Lisboa. Para mim é uma ferramenta maravilhosa, como poderá imaginar. Depois comecei a encontrar pessoas com os mesmos interesses; Emergência, Socorrismo, Formação, Aviões e naturalmente, a Carpintaria e Marcenaria.

        Encontrei gente maravilhosa, como o meu amigo Ramón, o Enrique, o German, o Sergei e tantos outros que me estão a ajudar a aprender e a crescer.

        Na minha humilde opinião, com os devidos cuidados nada de mau acontece. Não sou nenhum “expert” dos computadores, resumo tudo ao senso comum. Não aceito pedidos de gente que não conheço, não dou números de cartões de crédito, mantenho as regras de privacidade sempre debaixo de olho e pouco mais. As vantagens superam em muito as desvantagens. Teria o maior privilégio em te-lo como amigo no Facebook. Se desejar, terei todo o gosto em ajudá-lo a preparar a sua página, mas acho que não vai precisar😉 . Ainda tem muitos anos pela frente para aproveitar, por isso não duvide. Depois apresento-o a todos estes amigos, e com o tempo encontrará muitas outras pessoas.

        Um grande abraço.

  3. Totalmente de acuerdo con Ruskin, yo lo que hago es para siempre, son normalmente pequeñas cosas que suelo regalar a mi mujer, mis hijos, mis amigos e incluso para mi mismo. Trato de hacerlo con el esmero necesario para que duren mucho tiempo. Cuando no las hago para satisfacer una necesidad concreta, me gusta relacionarlas con alguna de las anécdotas que se suelen producir cuando las estás haciendo. Por ejemplo tu banqueta tiene historia, hijo pequeño, ayudante de cocina, ves.. tiene vida y siempre la tendrá, podrá pasar a tus descendientes como una parte de la historia de la familia. El abuelo le dirá al nieto: “Cuando era pequeño, me gustaba ayudar a mi padre en la cocina y él me hizo esta banqueta donde tu ahora estás de pie”. Ese pienso que es el espíritu de Ruskin y que yo comparto contigo.

    Un abrazo

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